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Quinta-Feira, 14 de Março de 2019, 16h:02

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4 fatos científicos que todo apaixonado por café deveria saber

O que a ciência já sabe a respeito de uma das bebidas mais consumidas do mundo

 

Vários estudos científicos sobre uma das bebidas mais produzidas e consumidas do mundo já foram feitos e comprovam os efeitos e benefícios do café no organismo. Além de acelerar o metabolismo, melhorar a concentração e estimular a memória, algumas descobertas menos famosas podem servir para explicar por que tantas pessoas gostam — ou são quase viciadas — na bebida cafeinada: 

O composto químico da cafeína é parecido com um neurotransmissor do sono Durante o dia, seu cérebro produz níveis naturais de adenosina, que regula a função cerebral. A cafeína “imita” esses receptores, com a mesma função de controlar a intensidade do seu sono. Por acaso, o composto químico dos dois é bastante similar.

Café pode ajudar a prevenir Alzheimer e outras doenças Um estudo desenvolvido na Faculdade de Medicina de Lisboa, em Portugal, afirmou que o consumo de café pode retardar os sintomas do Alzheimer. Outras pesquisas já provaram que beber café também diminui os riscos de doenças como diabetes tipo 2, depressão em mulheres e Parkinson.

Os efeitos da cafeína surgem 10 minutos após o primeiro gole Um estudo feito pela Universidade de Barcelona, na Espanha, mostrou que, após 10 minutos, a cafeína atinge metade de sua concentração máxima no sangue, suficiente para começar a causar algum efeito. Em 45 minutos, quando alcança o nível máximo, já pode deixá-lo mais alerta. Dependendo da velocidade com que o organismo absorve, é possível manter esse efeito por 3 a 5 horas.

Além da cafeína, vários compostos do café fazem bem para a saúde Os outros compostos incluem antioxidantes, que protegem o corpo dos malefícios de radicais livres. Essas moléculas causam envelhecimento e estão associadas a doenças como câncer e problemas cardíacos, distúrbios que o café também ajuda a prevenir. 

Fonte: Revista Galileu 

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